22/09/2026
Delegação conquista 14 ouros, 12 pratas e três bronzes nas disputas de Ginástica Artística, Rítmica e de Trampolim em Santa Fé
A Ginástica Brasileira encerrou sua participação nos Jogos Sul-Americanos de Santa Fé 2026 com 29 medalhas conquistadas nas três modalidades representadas na competição. Integrando a delegação do Time Brasil na missão organizada pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB), os ginastas brasileiros somaram 14 ouros, 12 pratas e três bronzes nas disputas de Ginástica Artística, Ginástica Rítmica e Ginástica de Trampolim.
A campanha reuniu atletas experientes e nomes de uma nova geração e marcou mais uma etapa do planejamento das Seleções Brasileiras no ciclo para os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028.
Para o presidente da Confederação Brasileira de Ginástica (CBG), Henrique Motta, o desempenho em Santa Fé reflete o trabalho desenvolvido de forma integrada entre atletas, comissões técnicas, clubes, federações e a estrutura da entidade. “Encerramos nossa participação em Santa Fé muito satisfeitos com o desempenho da Ginástica Brasileira. São 29 medalhas, 14 delas de ouro, conquistadas pelas nossas três modalidades, contribuindo para a campanha do Time Brasil nestes Jogos. Mas o que mais nos deixa felizes é perceber a consistência do trabalho que vem sendo realizado. Tivemos atletas mais experientes dividindo esse momento com uma nova geração que está ganhando espaço, experiência internacional e responsabilidade dentro das nossas Seleções. Esses resultados são fruto do trabalho dos atletas, treinadores, equipes multidisciplinares, clubes, federações e de todos que fazem parte da construção da Ginástica Brasileira”, afirmou Motta.
Além dos resultados conquistados em Santa Fé, o presidente da CBG ressaltou a importância da competição dentro do planejamento das Seleções Brasileiras para a continuidade do ciclo olímpico. “Estamos em um ciclo muito importante para a CBG. Temos Seleções em momentos diferentes de preparação, e competições como os Jogos Sul-Americanos têm um papel fundamental nesse planejamento. Queremos continuar oferecendo aos nossos atletas as melhores condições para competir, evoluir e representar o Brasil. Santa Fé termina com resultados importantes, mas também com muitas informações para o trabalho que segue daqui para frente”, completou Motta.
A Ginástica Rítmica terminou os Jogos com 13 medalhas, sendo oito ouros e cinco pratas. No individual, Maria Eduarda Alexandre foi um dos grandes destaques da campanha, com três medalhas de ouro e duas de prata. A brasileira venceu o individual geral e as finais de arco e fita, além de conquistar a prata nas decisões de bola e maças.
No conjunto, o Brasil conquistou os três títulos que estavam em disputa — conjunto geral, cinco bolas e série mista. Integraram a equipe brasileira Maria Eduarda Arakaki, Nicole Pírcio, Mariane Gonçalves, Julia Kurunczi, Renata Diniz e Sofia Madeira.
Na série mista do conjunto, as brasileiras alcançaram 29.550 pontos, superando os 29.450 obtidos na conquista do título mundial da prova, em Frankfurt, em agosto.
A Ginástica Artística somou 12 medalhas, com três ouros, sete pratas e dois bronzes. Entre os destaques esteve o título da equipe masculina, formada por Diogo Soares, Patrick Sampaio, Johnny Oshiro, Bernardo Actos e Yuri Guimarães. No individual, Yuri também conquistou o ouro no salto, enquanto Gabriela Bouças venceu a final da trave. A competição reuniu atletas em diferentes momentos de carreira e serviu como mais uma oportunidade de avaliação dentro do planejamento das Seleções Brasileiras.
Na Ginástica de Trampolim, o Brasil conquistou quatro medalhas — três ouros e um bronze. Camilla Lopes foi um dos grandes destaques da campanha ao vencer o individual feminino, o sincronizado feminino, ao lado de Alice Gomes Honorato, e o sincronizado misto, com Vinicius Celestino. Vinicius completou o quadro de medalhas da modalidade com o bronze no individual masculino.
O diretor-geral da CBG e 1º vice-presidente da Confederação Sul-Americana de Ginástica (CONSUGI), Ricardo “Cacá” Resende, destacou a importância dos Jogos Sul-Americanos como espaço de competição, avaliação e desenvolvimento dos atletas. “Santa Fé nos permitiu observar nossas Seleções em diferentes contextos e atletas em momentos distintos de suas trajetórias. Temos nomes muito experientes e, ao mesmo tempo, jovens que estão ganhando espaço e vivenciando competições importantes. Esse equilíbrio entre experiência e renovação é fundamental para a continuidade do trabalho que desenvolvemos nas Seleções Brasileiras”, afirmou Resende.
Recém-eleito 1º vice-presidente da CONSUGI para o ciclo 2026–2030, Resende também ressaltou a importância do fortalecimento da Ginástica em toda a América do Sul. “Uma Ginástica sul-americana cada vez mais forte é importante para todos nós. Precisamos ampliar as oportunidades de competição, promover intercâmbios e trabalhar para que os países do continente continuem evoluindo. O Brasil tem muito a contribuir nesse processo, compartilhando experiências e, ao mesmo tempo, aprendendo com os demais países. Quanto maior o nível da Ginástica na nossa região, mais fortes chegaremos às grandes competições internacionais”, completou Resende.
Ginástica Artística
12 medalhas — 3 ouros, 7 pratas e 2 bronzes
Ginástica Rítmica
13 medalhas — 8 ouros e 5 pratas
Ginástica de Trampolim
4 medalhas — 3 ouros e 1 bronze
TOTAL: 29 medalhas — 14 ouros, 12 pratas e 3 bronzes
Publicado pela Plataforma SGE da Bigmidia - Gestão Esportiva com Tecnologia
A Plataforma SGE é um Sistema de Gestão Esportiva desenvolvido para Confederações e Federações Esportivas. Saiba tudo sobre o funcionamento de um sistema de gestão esportiva e conheça melhor o SGE!
Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nossos serviços, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao utilizar nossos serviços, você concorda com tal monitoramento. Para mais informações, consulte a nossa nova política de privacidade.