17/09/2026
Campanha da equipe verde-amarela nos Jogos Sul-Americanos terminou com três ouros, sete pratas e dois bronzes
No segundo e último dia de competições de Ginástica Artística nos Jogos Sul-Americanos de Santa Fé, o Brasil obteve mais uma série de bons resultados.
No salto, Yuri Guimarães conquistou o ouro, com média de 13.575. Também subiram ao pódio o peruano Daniel Aguero e o chileno Josué Armijo, com 13.538 e 13.537, respectivamente.
Outro ouro veio na final da trave de equilíbrio. Consistente, Gabriela Bouças alcançou a nota 13.267. Duas argentinas completaram o pódio: Julieta Lucas (13.200) e Fila Dalinger (12.834). A outra brasileira na prova, Gabriela Rodrigues, ficou bem perto do pódio: com 12.800, terminou na quarta colocação.
Nas paralelas, o generalista Diogo Soares conseguiu a medalha de prata, com 13.600. O ouro ficou com o colombiano Angel Barajas (14.025), e o argentino Ivo Chiapponi levou o bronze (12.950). Patrick Sampaio, com 12.675, ficou em quinto lugar.
Na barra fixa, Diogo ficou em segundo lugar, com 13.625 pontos. Nesse aparelho, Barajas também conquistou o ouro. Patrick Sampaio novamente ficou em quinto..jpg?1789605749089)
No solo, Júlia Coutinho fez bela apresentação e recebeu a nota 13.167, o que lhe valeu a prata. Já Gabriela Bouças conseguiu a nota 12.800 e ficou em quarto lugar. O ouro ficou com a argentina Julieta Lucas e a panamenha Ana Gutierrez levou o bronze.
“Realizamos uma boa campanha nestes Jogos Sul-Americanos, com resultados muito importantes tanto na Seleção Feminina quanto na Seleção Masculina. As 12 medalhas mostram a força do trabalho que vem sendo desenvolvido de forma integrada e consistente pelas duas equipes”, afirmou Hilton Dichelli Júnior, chefe da equipe brasileira nos Jogos Sul-Americanos e coordenador da Seleção Brasileira de Ginástica Artística Masculina.
Hilton também destacou a importância da integração entre diferentes gerações de atletas ao longo da competição. “A convivência entre atletas mais experientes e os mais jovens tem sido muito positiva, proporcionando troca de experiências, evolução técnica e também confiança para os novos talentos. É muito gratificante ver essa renovação acontecendo junto com atletas que já têm uma trajetória importante dentro da Seleção.”
Para o chefe da equipe brasileira, a passagem por Santa Fé também cumpriu um papel importante dentro do planejamento para os próximos compromissos internacionais. “Estamos em um processo contínuo de preparação, e uma competição como os Jogos Sul-Americanos nos permite avaliar a evolução, identificar os pontos que ainda precisamos ajustar e ganhar confiança para os próximos desafios. Agora, tão próximo do Mundial, levamos de Santa Fé não apenas as medalhas, mas principalmente os aprendizados e a certeza de que estamos construindo um trabalho sólido e promissor nas duas ramas da Ginástica Artística brasileira.”
Publicado pela Plataforma SGE da Bigmidia - Gestão Esportiva com Tecnologia
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