30/08/2026
Brasil marca presença no pódio várias vezes
Chegou ao final neste domingo (30), em Belo Horizonte, o Campeonato Sul-Americano de Ginástica de Trampolim, realizado na Arena UniBH. O Brasil encerrou a competição com mais uma importante presença no pódio ao conquistar a medalha de prata no Team All Around, disputa que reúne todas as modalidades.
Brasil e Argentina terminaram empatados, e a definição do título aconteceu pelo critério de desempate, baseado nas oito melhores notas de dificuldade. A Argentina ficou com o ouro, o Brasil com a prata e a Colômbia completou o pódio.
A equipe brasileira foi formada por Beatriz Rocha (tumbling), Guilherme de Andrade Pinto (duplo-mini), Luara Rezende e Maria Marcante (sincronizado), Gabriel Miranda e Vinicius Celestino (sincronizado), Isadora Tavares (duplo-mini), Otavio Teixeira (tumbling), Gabriela Rodrigues e Arthur Ferreira (sincronizado misto), Gabriela Rodrigues (trampolim individual) e Arthur Ferreira (trampolim individual).
Na competição por equipe feminina, a Argentina levou a melhor, seguida por Brasil e Peru.
O Brasil emplacou uma dobradinha na final do trampolim individual sênior, no feminino. Maria Luiza Marcante conseguiu a medalha de prata (49.575). O bronze ficou com Gabriela Rodrigues (49.135). A campeã foi a argentina Lucila Maldonado (49.760).
No trampolim individual masculino sênior, o melhor brasileiro foi Vinícius Celestino, que ficou em quinto lugar (53.830). Nas duas primeiras colocações, dobradinha da Colômbia, com Diego Giraldo (55.610) e Santiago Parra (55.130). O argentino Matias Pacheco completou o pódio (54.750).
Na competição por equipes do trampolim individual feminino, na categoria sênior, as brasileiras Maria Marcante, Gabriela Rodrigues e Julia Rocha ficaram em segundo lugar, atrás das argentinas Lucila Maldonado, Martina Salinas e Julieta Sivori. Em terceiro lugar ficaram as peruanas Maria Grados, Ximena Pinto e Cassiel Pacheco.
Na competição por equipes do trampolim individual masculino, na categoria sênior, os brasileiros Gabriel Miranda, Vinicius Celestino e Arthur Ferreira conquistaram o bronze. O ouro ficou com os colombianos Julian Alvis, Santiago Parra e Diego Giraldo. Os vice-campeões foram os argentinos Santiago Verasay, Matias Pacheco e Tobias Gontier.
Na competição por equipes masculinas do duplo-mini trampolim, na categoria sênior, o Brasil também conseguiu a medalha de prata, com Enzo Fleischhauer, João Guilherme Silva e Guilherme de Andrade Pinto. Os campeões foram os argentinos Agostin Messuti, Santiago Verasay e Matias Pacheco. Os peruanos David Figueroa, Martin Vera e Joel Izquierdo completaram o pódio.
Outra prata veio no tumbling. Na categoria sênior, Otavio Teixeira registrou a nota 21.100, ficando atrás apenas do argentino Ignacio Torres (24.700). O bronze ficou com o peruano Diego Vilcas (20.500).
Ao final da competição, Henrique Motta, presidente da CBG, comentou a respeito da importância da realização de grandes eventos no país. “Trazer grandes competições para o Brasil faz parte de uma estratégia de desenvolvimento da ginástica como um todo. Não é só realizar o evento. É dar aos nossos atletas a oportunidade de competir em casa, diante da nossa torcida, aproximar o público das modalidades e gerar experiência para treinadores, árbitros, gestores e toda a nossa equipe. Além disso, existe um legado muito importante de estrutura e equipamentos, que permanece depois da competição e pode ser utilizado na preparação dos nossos atletas e no desenvolvimento das modalidades. Esses eventos também movimentam os clubes e as federações, despertam o interesse de novos praticantes e dão mais visibilidade aos nossos ginastas e à Ginástica Brasileira. Outro ponto importante é que, quanto mais eventos internacionais realizamos, mais o Brasil se consolida como uma referência na organização de competições de alto nível, fortalecendo também a nossa relação e a nossa presença junto às entidades internacionais. Nesse sentido, acreditamos que o mais importante é fazer com que cada grande evento não termine no último dia de competição, mas deixe alguma coisa concreta para o futuro da nossa ginástica”.
Ricardo Resende, vice-presidente da Consugi (Confederação Sul-Americana de Ginástica) e diretor-geral da CBG, salientou a importância do legado deixado pela realização de eventos importantes. “Sempre repetimos uma frase que resume muito bem o que pensamos: o evento passa, mas o legado fica, e, nesse caso, ficam os equipamentos adquiridos. Foi assim no Mundial de GR e no Pan de GA, e não seria diferente no Sul-Americano de Trampolim. Não estamos apenas comprando equipamentos: estamos investindo em infraestrutura, nos nossos atletas e nas novas gerações. E esse patrimônio não fica parado: ele circula pelo Brasil, sendo utilizado nos nossos eventos nacionais em todas as regiões, proporcionando as melhores condições aos nossos ginastas e contribuindo para desenvolver e divulgar cada vez mais a ginástica. É patrimônio da Ginástica Brasileira e investimento no nosso presente e no nosso futuro”.
Publicado pela Plataforma SGE da Bigmidia - Gestão Esportiva com Tecnologia
A Plataforma SGE é um Sistema de Gestão Esportiva desenvolvido para Confederações e Federações Esportivas. Saiba tudo sobre o funcionamento de um sistema de gestão esportiva e conheça melhor o SGE!
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